SILÊNCIO
SILÊNCIO
Preferi não desperdiçar.
Não jogar ao vento o melhor.
Preferi dedicar pessoalmente,
a melhor das expressões,
nas mais belas e misteriosas palavras.
Escolhi gastar tempo,
e explorar o que estava no âmago.
De lá saíram dissonâncias;
saíram J.S Bach e Angus Young.
Me deleitei ao ver quanto vale a meditação.
Sem exasperos, sem exacerbar.
Mais vale gastar tempo silenciando a alma,
que com mãos na testa franzida de preocupações.
Mais vale um poema a quem,
do que a todos e ninguém.
Iran MendezFoto de Jessica F no Unsplash

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